sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Só alegria!






Pequenos e grandes leitores fizeram a alegria de mais um Sarau com café, ontem à noite, em Taquara. A energia da escritora Léia Cassol contagiou a todos e fez do encontro uma grande festa, especialmente para os queridos e pequenos leitores que interagiram e tiveram contato direto com o talento, o carisma e a energia inesgotável dessa grande contadora de histórias. Um beijão imenso a todos vocês por estes momentos de felicidade compartilhados assim, de pertinho, com cultura, música e muito riso. Ser feliz é fácil e está nesses pequenos grandes momentos que não custam nada.


segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Léia Cassol no sarau dia 25





A escritora infanto-juvenil e contadora de histórias Léia Cassol é a convidada do Sarau com Café, dia 25 de agosto, às 19h30min, no espaço da Cafeteria Sabor Café e Livraria Nova letra, em Taquara. Residente em Porto Alegre, ela entrou no universo da literatura pelas histórias que o pai lhe contava quando era pequena. Mais tarde, começou a trabalhar como editora e passou a escrever.

Atualmente, Léia Cassol é contadora de histórias e escritora de literatura infanto-juvenil. Há dois anos fez um curso técnico em Guia de Turismo Regional para ter um olhar mais criterioso sobre os lugares e a cultura do Rio Grande do Sul. Também cursa História e está desenvolvendo uma pesquisa sobre Folclore e a Cultura Popular no Estado.

Entre os livros mais conhecidos de Léia Cassol, estão “Um dia especial” e “Descobrindo Porto Alegre”. Os lançamentos são “O aniversário da bruxa Kika”, “Bruxa Zamya”, “Bruxa Merreca”, “O cofre de três segredos” e “Marieta”.

Organizado pela jornalista Roseli Santos, pela psicóloga Anna Amélia Fleck, pela estudante Ilana Lehn e pelos músicos Chico Paz e Adolfo Silva, o evento diversifica cada edição com novos convidados, levando arte, música e literatura para vários municípios do Estado. “A Léia Cassol é muito talentosa e carismática. Este será um sarau para crianças e adultos se divertirem, aprendendo. Vale a pena conferir de perto a alegria dessa contadora de histórias”, garante Roseli Santos.

    O sarau tem apoio cultural de Cafeteria Sabor Café, Casa das Lãs, Cirurgiã Dentista Stefani Lanius Adam, Clínica de Ortopedia João Guilherme Hackmann, Faccat, Invento Propaganda, Estúdio Pro Produções, Livraria Nova Letra, TCA Informática e Prefeitura de Taquara.






domingo, 7 de agosto de 2011

Uma gota de esperança

 Por Roseli Santos

Preciso admitir, ainda que não alimente grande expectativa em relação ao futuro da humanidade, que há pessoas e pessoas. E, por incrível que pareça, ainda me surpreendo quando encontro gente decente, digna, capaz de gestos nobres e gentis, em meio a situações caóticas ou inusitadas.

Chega a ser ridículo enaltecer o que deveria ser o óbvio, o normal, o básico, já que ser decente e gentil seria a regra e não a exceção como exalto aqui, sem citar nomes, mas agradecendo aos que comparecem sem ser intimados, aos que se revelam amigos sem nunca ter sido, aos que simplesmente cumprem com o seu dever de cidadão, ainda que anonimamente, e aos que se solidarizam por serem verdadeiramente amigos.

Gente decente e gentil, nobres em gestos e atitudes, pessoas dignas para serem citadas aqui, embora eu não precise fazer isso por elas saberem exatamente quem são e o que fazem, sem necessidade de aparecer.

Ainda assim, deixo aqui registrado o meu reconhecimento a esses cidadãos que tornam a humanidade melhor, que nos alentam quando menos esperamos, que estão ao lado quando precisamos, que nos escoram com sua generosidade. Sem eles, isso aqui seria o inferno, tenho absoluta certeza. A vida não teria sentido e nem haveria motivos para sairmos da cama.

Acordar é um ato de coragem para quem sabe o que fazer. Se não há afetos e projetos, parafraseando Lia Luft, fica muito mais difícil. Pior ainda, sem metas direcionadas ao bem estar do outro, aos desconhecidos que podemos socorrer sem planejamento estratégico, sem segundas e quintas intenções.  Sem isso, a vida se resume ao seu próprio umbigo que, convenhamos, não interessa nem a você mesmo.

Aliás, a quem interessam seus problemas pessoais, sua vida particular, além de você mesmo. Eu não quero saber o que você come ao meio-dia, mas o que você pensa em relação ao seu semelhante. Sua vida pessoal não me diz nada, mas o que você faz pelas pessoas que não lhe pertencem me diz muito mais.

Comunidade, compaixão, comum, comungar, compartilhar, colaborar e confortar são palavras mágicas que podem salvar vidas. Não a sua, mas a dos que o cercam e que ainda podem fazer muito por você também, se um dia você sair da sua zona de conforto.

Preciso admitir que ainda há gente decente e digna, acreditem, mesmo que  a humanidade pareça não ter mais jeito. E o pior é que não tem. Os que restam são a gota de esperança que escorre do frasco que já quebrou faz tempo.