quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
E o mundo ainda não acabou
As atividades normais do Sarau com Café retornam dia 29 de março, às 19h30min, no espaço da Cafeteria Sabor Café e Livraria Nova Letra, em Taquara. Em 2012, o evento comemora seus nove anos de atividades culturais em Taquara e em várias cidades da região e do Estado, levando música, literatura e arte a um público de todas as idades. "...E o mundo ainda não acabou" é o tema do primeiro encontro do ano em Taquara.
“Nosso objetivo é promover a leitura e os novos talentos na música e na literatura de uma forma descontraída e criativa. E retornaremos dia 29 de março com algumas novidades", afirma a jornalista Roseli Santos, que organiza o evento juntamente com a psicóloga Anna Amélia Fleck, com o músico Chico Paz e com a estudante Ilana Lehn.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Previsões
Por Roseli Santos
E o mundo parece que não acabará em 2012, segundo as previsões mais catastróficas que, ao menos por enquanto, ainda não se confirmaram. Aliás, a cada ano que se inicia surgem especulações e previsões sobre o que vai acontecer. É inerente ao ser humano querer saber ou antecipar suas angústias e seus prazeres, como se assim pudesse ter um controle absoluto sobre o incontrolável, sobre o imprevisível. Sempre foi assim e será!
Por mais céticas ou religiosas que sejam, as pessoas querem vislumbrar uma saída, uma chance de mudar o rumo dos acontecimentos que ainda nem se concretizaram ou que são inevitáveis. Talvez seja uma maneira de enganar a mente, tentando eliminar as coisas indesejáveis e driblar a própria morte, que pode ceifar qualquer um, a qualquer momento, em 2012, 2013, 2014...Vai saber?
De qualquer forma, lamento informar que o fim do mundo virá para todos, em algum momento, inexoravelmente, mas talvez seja melhor deixar para se preocupar com isso quando as coisas realmente acontecerem para cada um, a sua maneira, sem antecipação.
Precisamos mesmo sofrer por antecedência ou festejar sem saber exatamente o quê está por vir? Será mesmo necessário tomar conhecimento do que ainda não existe? Deixe para lá! Bom mesmo é não saber, ser pego de surpresa pela vida, ainda que algumas vezes ela nos pregue algumas peças desagradáveis. Mas, de um jeito ou de outro, nada é eterno e, bom ou ruim, tudo acaba um dia.
Os búzios, os astros e as cartas ditam o que está por vir em mais uma etapa que se inicia na virada de cada ano, quando nos empenhamos em acreditar que tudo deva ser diferente, melhor, pleno e feliz. E deveria ser, merecidamente, tudo muito melhor para todos, embora não haja efetivamente como saber.
Portanto, relaxe e aproveite o que a vida lhe der a cada dia, mesmo os momentos desagradáveis que todos passarão, certamente. Pense positivo, sonhe, acredite e aposte na tal felicidade. Vale até aquela espiadinha no horóscopo do dia, uma simpatia e uma desconfiada superstição nas sextas-feiras 13, mas deixe espaço para o desconhecido, para as novidades, para a surpresa, para o que não foi dito ou previsto.
Teremos 365 novos dias para serem preenchidos com muitas coisas. Algumas dependem de nós, outras nem com reza braba. E, antes que o mundo acabe e ainda estamos mais vivos do que nunca por aqui, será que o melhor ainda não está por vir?
E o mundo parece que não acabará em 2012, segundo as previsões mais catastróficas que, ao menos por enquanto, ainda não se confirmaram. Aliás, a cada ano que se inicia surgem especulações e previsões sobre o que vai acontecer. É inerente ao ser humano querer saber ou antecipar suas angústias e seus prazeres, como se assim pudesse ter um controle absoluto sobre o incontrolável, sobre o imprevisível. Sempre foi assim e será!
Por mais céticas ou religiosas que sejam, as pessoas querem vislumbrar uma saída, uma chance de mudar o rumo dos acontecimentos que ainda nem se concretizaram ou que são inevitáveis. Talvez seja uma maneira de enganar a mente, tentando eliminar as coisas indesejáveis e driblar a própria morte, que pode ceifar qualquer um, a qualquer momento, em 2012, 2013, 2014...Vai saber?
De qualquer forma, lamento informar que o fim do mundo virá para todos, em algum momento, inexoravelmente, mas talvez seja melhor deixar para se preocupar com isso quando as coisas realmente acontecerem para cada um, a sua maneira, sem antecipação.
Precisamos mesmo sofrer por antecedência ou festejar sem saber exatamente o quê está por vir? Será mesmo necessário tomar conhecimento do que ainda não existe? Deixe para lá! Bom mesmo é não saber, ser pego de surpresa pela vida, ainda que algumas vezes ela nos pregue algumas peças desagradáveis. Mas, de um jeito ou de outro, nada é eterno e, bom ou ruim, tudo acaba um dia.
Os búzios, os astros e as cartas ditam o que está por vir em mais uma etapa que se inicia na virada de cada ano, quando nos empenhamos em acreditar que tudo deva ser diferente, melhor, pleno e feliz. E deveria ser, merecidamente, tudo muito melhor para todos, embora não haja efetivamente como saber.
Portanto, relaxe e aproveite o que a vida lhe der a cada dia, mesmo os momentos desagradáveis que todos passarão, certamente. Pense positivo, sonhe, acredite e aposte na tal felicidade. Vale até aquela espiadinha no horóscopo do dia, uma simpatia e uma desconfiada superstição nas sextas-feiras 13, mas deixe espaço para o desconhecido, para as novidades, para a surpresa, para o que não foi dito ou previsto.
Teremos 365 novos dias para serem preenchidos com muitas coisas. Algumas dependem de nós, outras nem com reza braba. E, antes que o mundo acabe e ainda estamos mais vivos do que nunca por aqui, será que o melhor ainda não está por vir?
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
De todos e de cada um
Ao encerramos mais um ano de atividades do sarau, compartilho este texto recentemente publicado na Revista Hoje, de Taquara, expressando nossa alegria de termos construído um projeto que só nos enriquece a cada dia com a parceria de todos vocês:
“O amor pela leitura e pelos livros, o gosto pela música e a necessidade de compartilhar esse universo com o maior número de pessoas, especialmente os jovens, foram a mola propulsora para o Sarau com Café surgir e é, até hoje, a fórmula que o mantém vivo, intenso e repleto de vivências a serem compartilhadas. Da apreensão inicial à formatação do que é hoje, a ideia nunca esmoreceu, nem diante das dificuldades impostas por uma cidade onde tudo demora muito para acontecer e vingar. Ocorre que vingou e floresceu e se ramificou de uma maneira tal que nem imaginávamos ser possível chegar.
É desafiador, e nem sempre confortável, trilhar por caminhos inovadores e que despertam sentimentos e reações diversas (ou adversas em alguns casos) nos mais diferentes segmentos da comunidade. Para nossa surpresa, a cada encontro do sarau fomos criando fortes vínculos, novas amizades e, o mais importante, despertando o hábito da leitura e o gosto pela música em pessoas de todas as idades. Gratificante é pouco para definir o que construímos e que, tenho a certeza, ninguém destruirá. O que foi plantado já está se ramificando em dezenas de outros eventos semelhantes que, hoje, também semeiam a proposta que espalhamos por aí.
Eu, a Anna, o Chico, a Ilana, o Adolfo e todos os que já compartilharam desses momentos conosco sabem do que eu estou falando. E ainda que o sarau deixasse de ocorrer neste momento, tenho certeza de que ele sobreviveria independentemente de nós, latejando em cada leitor, em cada reflexão, em cada letra de música aqui interpretada, na lembrança das palavras dos convidados, no olhar atento do público, no abraço dos amigos, na boa vontade e no incomensurável amor com que nos doamos e que recebemos em troca. Só por isso, já teria valido a pena. Só por isso, o sarau já não nos pertence. É de todos e de cada um, para sempre”.
“O amor pela leitura e pelos livros, o gosto pela música e a necessidade de compartilhar esse universo com o maior número de pessoas, especialmente os jovens, foram a mola propulsora para o Sarau com Café surgir e é, até hoje, a fórmula que o mantém vivo, intenso e repleto de vivências a serem compartilhadas. Da apreensão inicial à formatação do que é hoje, a ideia nunca esmoreceu, nem diante das dificuldades impostas por uma cidade onde tudo demora muito para acontecer e vingar. Ocorre que vingou e floresceu e se ramificou de uma maneira tal que nem imaginávamos ser possível chegar.
É desafiador, e nem sempre confortável, trilhar por caminhos inovadores e que despertam sentimentos e reações diversas (ou adversas em alguns casos) nos mais diferentes segmentos da comunidade. Para nossa surpresa, a cada encontro do sarau fomos criando fortes vínculos, novas amizades e, o mais importante, despertando o hábito da leitura e o gosto pela música em pessoas de todas as idades. Gratificante é pouco para definir o que construímos e que, tenho a certeza, ninguém destruirá. O que foi plantado já está se ramificando em dezenas de outros eventos semelhantes que, hoje, também semeiam a proposta que espalhamos por aí.
Eu, a Anna, o Chico, a Ilana, o Adolfo e todos os que já compartilharam desses momentos conosco sabem do que eu estou falando. E ainda que o sarau deixasse de ocorrer neste momento, tenho certeza de que ele sobreviveria independentemente de nós, latejando em cada leitor, em cada reflexão, em cada letra de música aqui interpretada, na lembrança das palavras dos convidados, no olhar atento do público, no abraço dos amigos, na boa vontade e no incomensurável amor com que nos doamos e que recebemos em troca. Só por isso, já teria valido a pena. Só por isso, o sarau já não nos pertence. É de todos e de cada um, para sempre”.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Sarau dia 24 na Taberna da Nety
A última edição deste ano do Sarau com Café acontecerá dia 24 de novembro, antecipando o encerramento das atividades de 2011, em razão do mês de dezembro apresentar uma agenda cheia de compromissos para a maioria das pessoas. Para fechar o ano em um clima mais descontraído e musical, os organizadores do sarau resolveram comemorar de uma maneira diferente, convidando a todos para um happy hour na Taberna da Nety, a partir das 19h30min.
A proposta é unir as atrações do sarau e seus colaboradores com os músicos e demais interessados em apresentar seus textos literários, como ocorre durante todo o ano espaço da Cafeteria Sabor Café e Livraria Nova Letra, em um momento mais festivo.
O evento, organizado por Roseli Santos, Ilana Lehn Fernandes, Anna Amélia Fleck e pelos músicos Chico Paz e Adolfo Silva deverá contar também com a presença de outros convidados, marcando o encerramento das atividades do ano, quando o sarau cumpriu intensa agenda de encontros, sempre na última quinta-feira de cada mês em Taquara; em escolas da região; e, mais recentemente, na Feira do Livro de Porto Alegre e em eventos especiais na capital e em outros municípios do Estado.
“O Sarau com Café retorna com os encontros mensais em março de 2012, no mesmo local onde é realizado há oito anos, em Taquara. Somos gratos a todos os apoiadores e seguiremos com nossa proposta de incentivar o hábito da leitura e revelar os talentos da região, além de trazer novidades para o ano que vem. Aguardem”, afirma a jornalista Roseli Santos.
O encontro do dia 24 de novembro começa às 19h30min, na Taberna da Nety, onde depois haverá show com Chico Paz e Os Figurões. A entrada para o sarau é gratuita.
O Sarau com Café tem apoio cultural de Cafeteria Sabor Café, Casa das Lãs, Cirurgiã Dentista Stefani Lanius Adam, Clínica de Ortopedia João Guilherme Hackmann, Faccat, Invento Propaganda, Estúdio Pro Produções, Livraria Nova Letra, TCA Informática e Prefeitura de Taquara.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Sem graça
Por Roseli Santos
Quem acompanha as redes sociais testemunha, todos os dias, uma infinidade de comentários e postagens sem sentido. A última é um deboche em relação à doença do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, sugerindo que ele faça o tratamento do câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A mórbida ironia, assim como qualquer doença, não tem a menor graça, seja com uma celebridade ou com o Zé Povinho. O sofrimento é o mesmo, com tratamento pelo SUS ou particular e, diga-se de passagem, o Sistema único de Saúde tem hospitais e profissionais de ponta, principalmente na área oncológica.
Por mais que estejamos acostumados às mazelas da condição humana, é na doença e na tragédia que a verdadeira solidariedade se manifesta. São situações como essas que escancaram bem quem somos nós e para onde vamos.
Recentemente, outra imagem me deixou transtornada, por mais que testemunhamos a violência do dia a dia. As filmagens e fotos do cadáver de Muammar Kadhafi, exibidas como um troféu, me deixaram uma sensação de tristeza profunda. Não pela morte do ditador em si, mas pela morbidez das pessoas que exploraram um corpo perfurado por balas com a mesma tranqüilidade em que fotografam os passeios com a família.
Dezenas de celulares registraram as cenas que, em segundos, já estavam na Internet para serem esquecidas meia hora depois ou até a próxima novidade. Me causa estranheza o desejo de alguns em ver a tragédia alheia, de ver o outro pior ou em situação constrangedora. Talvez isso explique porque as redes sociais estejam abarrotadas, também, de fotos com sorrisos forçados de gente que se exibe e posta uma forjada felicidade virtual. Há quem se sinta muito melhor e superior aos outros dessa maneira, ignorando a sua própria humanidade e o que ela possa lhe reservar.
Ainda assim, me atrevo a afirmar que acredito em amizade sincera, em gente do bem, em solidariedade, em amor e companheirismo. Afinal, por sermos justamente seres humanos, e já somos sete bilhões no mundo, talvez ainda haja uma chance entre milhares de nos melhorarmos, de nos descobrirmos, de nos ajustarmos ao eixo da vida, mesmo que alguns ainda prefiram acabar com ela ou com a dos outros.
Quem acompanha as redes sociais testemunha, todos os dias, uma infinidade de comentários e postagens sem sentido. A última é um deboche em relação à doença do ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, sugerindo que ele faça o tratamento do câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A mórbida ironia, assim como qualquer doença, não tem a menor graça, seja com uma celebridade ou com o Zé Povinho. O sofrimento é o mesmo, com tratamento pelo SUS ou particular e, diga-se de passagem, o Sistema único de Saúde tem hospitais e profissionais de ponta, principalmente na área oncológica.
Por mais que estejamos acostumados às mazelas da condição humana, é na doença e na tragédia que a verdadeira solidariedade se manifesta. São situações como essas que escancaram bem quem somos nós e para onde vamos.
Recentemente, outra imagem me deixou transtornada, por mais que testemunhamos a violência do dia a dia. As filmagens e fotos do cadáver de Muammar Kadhafi, exibidas como um troféu, me deixaram uma sensação de tristeza profunda. Não pela morte do ditador em si, mas pela morbidez das pessoas que exploraram um corpo perfurado por balas com a mesma tranqüilidade em que fotografam os passeios com a família.
Dezenas de celulares registraram as cenas que, em segundos, já estavam na Internet para serem esquecidas meia hora depois ou até a próxima novidade. Me causa estranheza o desejo de alguns em ver a tragédia alheia, de ver o outro pior ou em situação constrangedora. Talvez isso explique porque as redes sociais estejam abarrotadas, também, de fotos com sorrisos forçados de gente que se exibe e posta uma forjada felicidade virtual. Há quem se sinta muito melhor e superior aos outros dessa maneira, ignorando a sua própria humanidade e o que ela possa lhe reservar.
Ainda assim, me atrevo a afirmar que acredito em amizade sincera, em gente do bem, em solidariedade, em amor e companheirismo. Afinal, por sermos justamente seres humanos, e já somos sete bilhões no mundo, talvez ainda haja uma chance entre milhares de nos melhorarmos, de nos descobrirmos, de nos ajustarmos ao eixo da vida, mesmo que alguns ainda prefiram acabar com ela ou com a dos outros.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Livros e música na feira
Há dois anos consecutivos, o grupo do Sarau com Café de Taquara marca presença na Feira do Livro de Porto Alegre. No último domingo, dia 30 de outubro, o evento ocorreu às 18 horas, no Território das Escolas, junto ao Cais do Porto, na ala dedicada à literatura infanto-juvenil.
O Sarau com Café, organizado por Roseli Santos, Anna Amélia Fleck, Ilana Lehn e pelos músicos Chico Paz e Adolfo Silva, levou à Feira do Livro, além da leitura tradicional de textos, a participação especial dos escritores Dilan Camargo e Léia Cassol. O encontro, que contou com um público da região e de Porto Alegre prestigiando o evento, também teve como convidados especiais os músicos Álvaro Vicente, Adriano Fleck, Marcelo Astiazara e Tiago Rubens Goulart, do Sarau Beatles.
“Participar do maior evento literário do Estado é, sem dúvida, uma honra para nós do Sarau com Café. Também queremos agradecer aos amigos de Taquara, da região e de Porto Alegre que sempre nos acompanham e incentivam nosso projeto onde quer que estejamos”, destaca Roseli Santos.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Sarau em POA
Neste domingo, dia 30 de outubro, às 18 horas, o Sarau com Café estará na Feira do Livro de Porto Alegre, na companhia de escritores convidados como Dilan Camargo, Hermes Bernardi Jr. e Léia Cassol. O encontro será no Território das Escolas, junto ao Cais do Porto, privilegiando o público e a literatura infanto-juvenil.
Pelo segundo ano consecutivo, o Sarau com Café participará da Feira do Livro na capital, levando música e leitura para um público muito especial. “É sempre uma honra estar presente em um dos maiores eventos literários do Estado, representando Taquara e mostrando o projeto do Sarau com Café, que desenvolvemos há oito anos com sucesso em vários municípios”, explica a jornalista Roseli Santos, organizadora do evento juntamente com a psicóloga Anna Amélia Fleck, com a estudante Ilana Lehn e com os músicos Chico Paz e Adolfo Silva. No domingo, o sarau terá também a participação do músico Álvaro Vicente.
O Sarau com Café tem apoio cultural de Cafeteria Sabor Café, Casa das Lãs, Cirurgiã Dentista Stefani Lanius Adam, Clínica de Ortopedia João Guilherme Hackmann, Faccat, Invento Propaganda, Estúdio Pro Produções, Livraria Nova Letra, TCA Informática e Prefeitura de Taquara.
Pelo segundo ano consecutivo, o Sarau com Café participará da Feira do Livro na capital, levando música e leitura para um público muito especial. “É sempre uma honra estar presente em um dos maiores eventos literários do Estado, representando Taquara e mostrando o projeto do Sarau com Café, que desenvolvemos há oito anos com sucesso em vários municípios”, explica a jornalista Roseli Santos, organizadora do evento juntamente com a psicóloga Anna Amélia Fleck, com a estudante Ilana Lehn e com os músicos Chico Paz e Adolfo Silva. No domingo, o sarau terá também a participação do músico Álvaro Vicente.
O Sarau com Café tem apoio cultural de Cafeteria Sabor Café, Casa das Lãs, Cirurgiã Dentista Stefani Lanius Adam, Clínica de Ortopedia João Guilherme Hackmann, Faccat, Invento Propaganda, Estúdio Pro Produções, Livraria Nova Letra, TCA Informática e Prefeitura de Taquara.
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